A discussão sobre a expansão do mercado de biometano passa, necessariamente, por uma coordenação regulatória eficiente.
Em manifestação à ANP e à EPE, a ATGás defende que projetos de biometano e de interligação entre áreas de concessão incluam estudos comparativos sobre a viabilidade de conexão ao Sistema de Transporte de Gás Natural (STGN).
Para Maria Amélia Braga, sócia de Petrélo&Gás do TAGD, a atuação da ANP deve, neste momento, priorizar a harmonização institucional e o compartilhamento de diretrizes técnicas.
Eventuais impactos dos projetos de biometano sobre o planejamento do sistema de transporte precisam ser demonstrados com base em dados concretos, especialmente diante dos volumes ainda reduzidos movimentados.
Qualquer mecanismo de coordenação deve respeitar as competências das agências reguladoras estaduais e reconhecer o papel estratégico das distribuidoras na expansão da infraestrutura de gás natural.
Em entrevista ao BNamericas, a sócia Maria Amélia Braga falou sobre este tema. A matéria está
Fonte: BNamericas
Foto: Helio Dilolwa / Unsplash






