Em entrevista ao Broadcast | Agência Estado, nossa sócia Maria Amélia Braga analisou os desdobramentos da inclusão de 18 novos blocos do polígono do pré-sal na Oferta Permanente de Partilha (OPP), medida anunciada pelo Ministério de Minas e Energia e pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
A reportagem aborda a iniciativa como um movimento que reforça a previsibilidade regulatória e a segurança jurídica no setor, ao mesmo tempo em que suscita discussões sobre seus possíveis impactos na participação da União no excedente em óleo.
Na matéria, Maria Amélia observa que a outorga das áreas, já era esperada pelo mercado, ainda que em momento posterior ao antecipado por parte dos agentes, considerando o grau de maturidade geológica da Margem Leste.
Ela também destaca que o sucesso do leilão dependerá do ambiente global de investimentos e da disposição das empresas em executar projetos com elevado capex, característicos de águas profundas e ultraprofundas.
“Esse será o verdadeiro indicador do grau de confiança das empresas no potencial das áreas ofertadas, sobretudo quando comparado a outras oportunidades globais, incluindo países com grandes recursos como a Venezuela”, afirma.
A matéria está disponível para assinantes da plataforma.
Foto: Efe Burak Baydar / Pexels






